A Guerra da Bósnia foi um conflito armado que ocorreu entre abril de 1992 e dezembro de 1995 na região da Bósnia e Herzegovina na  Europa.

Fatos assombrosos  ocorreram naquele período. A guerra por si só já é algo que  assusta, há sempre mortes brutais de crianças, mulheres e jovens entre  militares e  civis,  entre outras, este conflito  ficou marcado pela onda de violência sexual em massa cometido contra as mulheres, numa tentativa de desmoralizar toda aquele povo tido como inimigo pela  parte oposta, uma barbárie,  onde a dignidade humana era uma palavra sem nexo e sem importância, a vida parecia  não ter valor.

No Brasil, no caso Pinheirinho, após ouvir minuciosamente os diversos atores, testemunhas oculares, não só da violência física que teriam sido praticadas por agentes do poder público, mas também, da ação de agentes do judiciário, que usaram dos poderes a eles conferidos para  promover e decidir litígios de forma equitativa e  justa  em seu aspecto jurídico, teriam usado para abusar e desvirtuar o papel da justiça (falo do juiz que teria dado ordens ao  comandante em terra da operação  para não cumprir ordem judicial emitida pela Justiça Federal).

O que é pior, o agente policial que agride e tortura, ou o agente do judiciário (JUIZ) que fora da sua área de jurisdição orienta ao não cumprimento de uma ordem da Justiça Federal? Qual o objetivo deste juiz? Seria esta uma  afronta ao Estado Democrático de Direito, orquestrada pelos ideais capitalistas?

Com o passar dos dias, após o destacado empenho do Senador Eduardo Suplicy, novos capítulos vão surgindo , deixando  parcela da sociedade atônita e indignada (é assim que me sinto),  refiro-me a suspeita de que membros de uma família  teriam sido vitimas de atos  das mais variadas formas de violência, psicológica através de ameaças contra a vida, violência física cometidas por pancadas na cabeça através do uso cabo de armas de fogo e finalmente eles teriam conseguido sua máxima e nefasta aproximação aos fatos que ocorreram na Bósnia, abusar sexualmente de duas mulheres  e ameaçar empalar com cabo de vassoura o jovem do sexo masculino, causando mau trato físico, desmoralizando e amedrontando os demais.

Consta em notícia divulgada no site do Senado Federal, que os agentes do Estado, policiais da ROTA, teriam obrigado  as jovens a  completar a frase : “Deus faz , a mãe cria e a Rota faz o que?”  Um jovem negro amigo meu , semanas atrás relatou ter sido abordado por policias da Rota que ao liberá-lo teriam dito: “ A ROTA,  se sabe né?

Mais um capítulo na história brasileira, que aguarda uma  séria investigação e um desfecho  que eleve o padrão moral do Estado de São Paulo, da Justiça.  Este é o anceio  da sociedade brasileira.

Obs. Empalar é praticar o  empalamento ou empalação é uma método de tortura e execução utilizada antigamente que consistia na inserção de uma estaca no ânus, vagina, ou umbigo até a morte do torturado. Algumas vezes deixava-se um carvão em brasa na ponta da estaca para que, quando esta atingisse a boca do supliciado, este não morresse até algumas horas depois, de hemorragia. Usava-se também cravar a estaca no abdômen.

A Bósnia não pode ser aqui, não pode ser em nehum outro lugar do mundo!

Contribuição de Alex Ferreira / Ativista dos Direitos Humanos

Direto da Tribuna - discurso do deputado referente ao Caso Pinheirinho
Artigo: Incompetentes e truculentos
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