Violência no campo: Bolsonaro ignora constituição e defende que fazendeiros executem sem-terras

Violência no campo: Bolsonaro ignora constituição e defende que fazendeiros executem sem-terras

O menosprezo pela vida do povo brasileiro, em especial do pobre trabalhador, por parte do presidente Jair Bolsonaro, está a toda prova quase que diariamente.

Desde a posse, Bolsonaro expressa preconceitos e valores que atentam contra a vida das mulheres, homossexuais e trans. E, agora, desfere contra os trabalhadores rurais, ao colocar a propriedade como um bem sagrado, acima da vida humana.

Dirigindo- se a plateia do Agrishow, evento do agronegócio que acontece no interior de São Paulo, Bolsonaro, acompanhado pelo governador João Doria, defendeu a execução de quem ocupar terras. Manifesta assim desprezo também pela Lei de Terras e a própria Constituição brasileira que determina que uma propriedade urbana ou rural, mesmo sendo particular, cumpra uma função social, ou seja, seja produtiva, do contrário ela é passível de ser desapropriada pelo Estado para fins de moradia ou assentamentos de reforma agrária.

Empenhado em agradar o setor produtivo socialmente mais atrasado e cruel, que preserva resquícios escravocratas em suas lavouras, onde trabalhadores são frequentemente resgatados de situações degradantes, principalmente nos períodos de colheita.

A sanha sarcástica de Bolsodoria perdeu o pudor e ultrapassou o limite da ameaça, para entrar no cenário cotidiano, ao anunciar o envio de propositura que isenta de punição o produtor que atirar contra a vida de quem fizer ocupação de terras.

Vale lembrar que, no período eleitoral, o então candidato João Doria já tinha oferecido respaldo jurídico aos PMs que praticassem execução durante o exercício da atividade profissional.

Faz-se, urgentemente, necessário o resgate civilizatório e do Estado Democrático de Direito. Movidos por este compromisso e responsabilidade, as deputadas e deputados estaduais do PT de São Paulo conclamam as forças democráticas sociais e políticas brasileiras para conter o avanço do fascismo que se espraia a passos largos no Estado e no país.

Nota da Bancada do PT na Alesp

O Lula é o cara. Prenderam ele mas não prenderam o 13!

O Lula é o cara. Prenderam ele mas não prenderam o 13!

A nova rodada de pesquisa do instituto DataFolha, já com Lula, preso político do Sistema, fora do conjunto de candidatos apresentados aos eleitores, deixou os golpistas putos da vida e a Esquerda democrática animada à ir para as ruas e levar Fernando Haddad ao segundo turno contra o candidato da extrema-direita, Bolsonaro, este que, lá do leito do hospital, deve estar espumando de frustração em ver que sua candidatura, sem Lula, subiu somente 2%.

Nós do PT e os advogados do presidente sonhado pela maioria do povo, lutamos até o fim para manter Lula na disputa. Mas a burguesia brasileira, anti-povo, que só pensa em dirigir o Estado para defender seus interesses e canalizar os recursos públicos e as riquezas naturais para seus benefícios próprios, apoiada pelos golpistas do Judiciário e dos grandes meios de comunicação em especial a Rede Globo, impedem o presidente de disputar a eleição através de um processo grotesco e violento. Até de aparecer nos programas eleitorais eles impedem Lula, ameaçando tirar a propaganda eleitoral do PT do ar.

Mas, a pesquisa do DataFolha mostra o seguinte cenário:

1) Se Lula fosse apresentado como candidato certamente estaria com os 39% da pesquisa anterior ou mais. Mas, sua queda na espontânea mostra que a maioria do povo já sabe que ele será impedido pelo Sistema.

2) Bolsonaro, com sua pregação de ódio ao PT , preconceito contra negros, mulheres e LGBT e violência contra pobres das favelas e mortos, chega ao 2º turno com percentuais em torno de 20%. Sua estratégia de ganhar nesta etapa para não ser derrotado no segundo turno devido à sua alta rejeição pela maioria da sociedade, fica frustrada e o episódio da facada ficou mesmo como uma marolinha.

3) Grande parte do povo, já sabendo do impedimento de Lula, mostra que vai jogar com as candidaturas anti-Sistema como as de Ciro Gomes, Marina e Haddad que cresceram e empataram tecnicamente com o verdadeiro candidato do Sistema Financeiro (bancos, grandes industriais, especuladores das bolsas, latifundiários etc), Geraldo Alckmin, do famigerado PSDB, aliado e sustentador do Golpe anti-povo. Alckmin só tem tendência de cair, apesar de seu tempo privilegiado no rádio e TV, pois tem que tirar votos do capitão e isso se mostrou infrutífero até o momento, ainda mais que não consegue se livrar de sua ligação umbilical com o governo do temeroso Temer.

4) O DataFolha mostra que Haddad cresceu e tem terreno para crescer mais, na medida que a imagem do PT também cresce na preferência do eleitorado e na medida que o povão souber que ele é o verdadeiro candidato indicado por Lula. Quando Lula escrever uma Carta ao Povo Brasileiro, o que deve vir a público hoje, e o PT e forças populares a divulgarem com alarde, a transferência de parte significativa dos votos de Lula será avassaladora.

Lula é o cara! Tudo leva a crer que quando ele escrever uma Carta ao Povo Brasileiro – o que deve vir a público hoje – e o PT e as forças populares e progressistas a divulgarem com alarde, a transferência de parte significativa dos votos de Lula será avassaladora, em poucos dias. Haddad precisa de no mínimo 60% deles para ir ao segundo turno.

Lula é o preferido e é amado pelo povão que sabe que ele governou para todos e que demostra cada vez mais que não se deixa levar pelas mentiras dos que o processam de forma leviana e grotesca para impedí-lo de voltar a ser presidente e dos meios de comunicação que o difamam diariamente. E também demonstra que está de saco-cheio das mentiras que os golpistas pregaram, de que “com a saída da Dilma e do PT a economia iria melhorar e o País voltaria a se desenvolver”, mas vê o desemprego crescer, as condições de vida e as perspectivas de futuro melhor se deteriorarem cada vez mais, com crescimento da violência e da entrega do patrimônio público das riquezas naturais aos interesses estrangeiros.

Fora golpistas! Viva Lula! Lula é Haddad! Haddad é Lula! Haddad é 13!

Simão Pedro Chiovetti – 11/09/2018

Lula e a histórica desigualdade

Lula e a histórica desigualdade

Por: Vandeck Santiago
No Diário de Pernambuco
24/08/2017

Lula chega hoje ao Recife, em nova caravana pelo Nordeste, e eu me lembrei desta foto, do amigo de saudosa memória Narciso Lins. Foi tirada há 24 anos, entre 12 e 13 de março de 1993, em Mirandiba, município do Sertão pernambucano, a quase 500 km do Recife. Não sei se o casebre ainda está lá. Não sei o destino dessa senhora, não sei que futuro tiveram essas três crianças, não sei se pelo menos um dos três cachorros se chama Baleia. Mas conhecer a história que esta imagem retrata ajuda a entender algumas coisas do Brasil de hoje.

Lula foi para lá a partir de um telefonema que recebeu do então prefeito da cidade, Nelson Pereira de Carvalho, o único petista eleito prefeito no Sertão pernambucano. O Nordeste estava sob o terceiro ano de seca continuada e sofrendo com a epidemia do cólera (que atingiu o país, mas teve seu maior impacto na região). O prefeito Nelson então ligou para ele pedindo ajuda, porque a situação no município era desesperadora. Lula comentou que não ocupava cargos (o presidente da República era Itamar Franco, PMDB), não dispunha de verbas, não poderia fazer nada para ajuda emergencial ao povo de Mirandiba. Mas sua presença daria visibilidade nacional ao drama da população sertaneja — ele viajou para lá, visitou áreas atingidas e reuniu-se com sindicalistas rurais, integrantes da Igreja Católica, prefeitos (de vários partidos partidos) e gente do povo. O debate estimulou um dos prefeitos, Augusto Cézar (PDT), de Serra Talhada, a defender uma medida radical: ocupar o prédio da Sudene, no Recife. Dessa forma, considerou Augusto,”o Brasil vai tomar conhecimento do que está acontecendo aqui”.

A proposta de ocupar a Sudene não foi de Lula. Prefeitos e líderes sindicais a endossaram e a ocupação ocorreu em 19 de março daquele ano. Cerca de 500 manifestantes ocuparam o prédio e impediram o então superintendente Cássio Cunha Lima (hoje senador pelo PSDB da Paraíba) e mais cinco diretores da autarquia de saírem de lá. Só os liberariam se Itamar Franco liberasse verba prometida há um ano; e exigiam não distribuição de cestas básicas na região, mas um programa de medidas permanentes de combate à seca e de criação de trabalho. Uma comissão foi formada e seguiu para Brasília. O prédio só foi desocupado com liberação de uma parte da verba e com o compromisso do governo federal em atender as reivindicações. Abruptamente o Brasil tomou conhecimento da gravidade da situação — as velhas respostas não eram mais suficientes para satisfazer a necessidade das pessoas e conter suas reações.

Um mês depois Lula iniciou caravana por estados do Norte e Nordeste, entre 23 de abril e 12 de maio. Muitos dos locais visitados eram os chamados grotões, aqueles municípios sem relevância eleitoral e onde se votava majoritariamente em candidatos conservadores. Em Monte Santo (BA), perto de Canudos, um trabalhador rural perguntou por que a cor do PT era a vermelha — não era coisa de comunista? Aquele tipo de temor já estivera presente na campanha de 1989, quando ele foi derrotado. Segundo o jornalista Ricardo Kotscho, assessor que o acompanhava, Lula respondeu que o vermelho não tinha a ver com simpatias pelo comunismo, e que a cor poderia ser vista de várias formas — como o sangue de Antônio Conselheiro, das crianças que morriam antes de completar um ano de vida, dos trabalhadores rurais assassinados, de Cristo.

Durante toda a caravana de 1993 houve cenas de envolvimento emocional espontâneo da população local — a maioria dos lugares nunca tinha recebido a visita de um presidenciável — com Lula. Ele perderia a eleição do ano seguinte, e também a de 1998. Só se elegeria presidente em 2002. A essa altura a população do Nordeste, sobretudo os mais pobres, já tinha migrado em massa para o seu palanque. As incursões aos redutos da pobreza, como a zona rural de Mirandiba em 1993, pavimentaram o caminho para que isso acontecesse.

Na caravana que chega hoje ao Recife se estabelece uma espécie de revival daquele clima dos anos 1990 — que aparentemente se perdeu nos gabinetes da esquerda no poder, nos últimos sete anos. O combate contra a desigualdade social e de renda cedeu lugar a diversas bandeiras, fragmentadas, justas na essência mas de alcance restrito. Como se o coletivo tivesse dado lugar a vários grupos de indivíduos, cada um com sua reivindicação específica.

Se Lula vai conseguir superar suas pendengas jurídicas e ser candidato, ninguém sabe. Se é o candidato oportuno para o momento, isso depende da opinião de cada um. Mas, ao que tudo indica, a luta contra a desigualdade exigirá em 2018 um candidato para si.

*O texto acima retrata única e exclusivamente a opinião do autor.

Ataque de Temer aos direitos trabalhistas não passa desapercebido

Ataque de Temer aos direitos trabalhistas não passa desapercebido

Quero com vocês de lago muito importante: a defesa dos direitos trabalhistas conquistados. Achei um absurdo essa notícia do UOL* hoje relatando uma reunião de empresários brasileiros com o golpista Temer. O presidente da CNI, Robson Braga,  praticamente defendeu o fim da CLT e sugeriu, como exemplo, uma jornada de 80 horas semanais para os trabalhadores. Isso é a volta a condições do século XIX e um desrespeito às conquistas históricas do movimento sindical. Além disso, querem mexer na previdência social e não pagar esse direito fundamental para o povo brasileiro. Temer praticamente nem reagiu ao pedido dos empresários. Ao que parece, a fala dos empresários vai ao encontro das tais “medidas impopulares” que ele  anunciou, ainda essa semana, ao setor do agronegócio. Se a presidenta Dilma Roussef não for reconduzida ao seu cargo, esse será apenas um exemplo dos desrespeitos aos direitos conquistados.

 

http://economia.uol.com.br/

Para Além da Cultura do Estupro

Para Além da Cultura do Estupro

As repercussões sobre o caso do estupro que 33 homens cometeram contra uma jovem de 16 anos trouxe, finalmente no Brasil, a pauta sobre a cultura do estupro. No país, atualmente uma mulher é estuprada a cada 11 minutos. Pensar que muitas mulheres, sofrem abusos enquanto escrevo este texto me revolta e magoa.

Por Mariana Lettis*

A cultura do estupro, não é apenas a que culmina com a violência física, “prova” da força do homem sobre o corpo da mulher que ele “penaliza”, mas o machismo que diariamente vivenciamos e que faz com que o delegado que atendeu primeiramente o caso, se sentisse no direito de constranger e culpabilizar a vítima, como sempre ocorre. O tamanho da repercussão fez com que a sociedade cobrasse justiça e uma delegada assumiu o caso. Em 24 horas ela concluiu o que não era obvio pro delegado. O crime foi comprovado pelo vídeo, já se fez a primeira detenção. Esperamos que não haja impunidade para os 33 envolvidos.

Em relação ao estupro, deixa eu explicar pra vocês…

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O atendimento dado às mulheres nas instituições e a pressão psicológica que sofremos de forma cotidiana, inibe que muitas façam denúncias. Mais do que cultura de estupro, temos que falar de cultura machista. Essa cultura que contribuiu para a derrocada de um governo eleito democraticamente nas urnas, por exemplo. Nunca, nenhum presidente foi exposto em adesivos de pernas abertas. Nunca, nenhuma figura política masculina foi julgada na opinião pública como histérico ou nervosinho.

Todo dia, as mulheres na política, temos que comprovar capacidade, firmar posição, “cotovelar” espaços que são naturalmente dados a homens com a mesma formação ou até com menos experiência na área apenas porque somos mulheres que, na cultura machista, deveríamos ficar em casa cuidando da louça, dos filhos, do lar, como se fosse apenas da gente essa tarefa, como se fosse apenas da gente a responsabilidade de educarmos a prole. Mesmo a esquerda decepciona quando os seminários, oficinas, congressos promovidos com a temática das mulheres, são apenas por elas presenciados e não pela maioria homem.

Para ilustrar um pouco sobre esse universo masculino da política …

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Acredito que para acabarmos com a cultura machista, a cultura do estupro – lembrando que machismo mata todo dia e feminismo não – precisamos da participação também dos homens que tem um senso comum e queiram dialogar sobre isso. Precisamos mudar a cultura da paternidade que continua eximindo aos homens de qualquer responsabilidade, com isso pais igualmente responsáveis se fazem necessários.

Nesse sentido, o exemplo do psicólogo Alexandre Coimbra que propõe uma conversa de homem para homem sobre a “Cultura do Estupro no Brasil e o que temos a ver com isso”, na próxima sexta-feira, dia 3 de junho, no Clube Homs, Av. Paulista, 735, é uma atividade gratuita, aberta a todos os homens da cidade, que espero que seja seguido por outros homens e que outras iniciativas como esta se multipliquem e sejam o abre alas das vozes das mulheres.

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*Mãe solo, doula, feminista, membro da Artemis (ONG que trabalha pelo fim da violência obstétrica e os direitos das mulheres), comunicadora social, cozinheira de mão cheia e dançarina nas horas vagas.

Artigo do Rochinha: COMPANHEIROS, LUTAR E RESISTIR É PRECISO

Artigo do Rochinha: COMPANHEIROS, LUTAR E RESISTIR É PRECISO

Texto de Francisco Rocha / Retirado do blog http://mandacaru13.blogspot.com.br/

Em seus 32 anos que englobam criação, ampliação e consolidação do PT, a militância continua sendo elemento fundamental para o partido, hoje, deter a esmagadora preferência da população, bem como enfrentar seus desafios.

Militância que se organiza e atua no PT, nas associações de bairro, de categorias profissionais, nos sindicatos, nas ONG´s, nos movimentos de luta por moradia, de defesa do meio ambiente e da cultura, pela diversidade sexual, contra o preconceito racial, pela igualdade de gênero, nos movimentos de trabalhadores rurais e dos sem terra, dentre outros. Militância que participa de governos municipais, estaduais e federal do PT e de partidos aliados. Essa integração entre luta social, política e institucional, realizada pela militância, enraíza o PT, política e ideologicamente na sociedade brasileira como partido de esquerda e democrático.

É contra esse progressivo e intenso enraizamento do Partido dos Trabalhadores que a direita, organizada no conglomerado formado pelo PSDB/DEM/PPS e a velha mídia, se mobiliza de todas as formas ilícitas com o intuito de barrá-lo. Em outras palavras, tenta impedir que as maiorias sociais se transformem em maiorias políticas ativas e referenciadas no PT e, assim, contribuam com o aprofundamento, ainda maior, das mudanças que vêm sendo feitas no país, desde 2003, quando Lula assumiu a presidência da república e continuadas pela presidenta Dilma, a partir de 2011. Os resultados alcançados pelos governos Lula e Dilma contrariam os interesses desse conglomerado sem projeto e sem povo.

Outra característica da militância petista é sua capacidade de mobilização para definir campanhas eleitorais na “reta de chegada”. Em especial, a juventude petista filiada e simpatizante do partido que se envolve ativamente nas campanhas majoritárias e proporcionais. Envolvimento que se manifesta publicamente nas atividades de massa tais como caminhadas, carreatas e comícios tomados pela cor vermelha de nossas bandeiras conduzidas pela nossa militância, pela nossa juventude.

As ondas vermelhas do PT estão espalhadas pelas campanhas eleitorais de 2012 por todo o país, das pequenas cidades às metrópoles, das campanhas do PT às campanhas com partidos aliados demonstrando a força política e social do partido. Enfatizo que sem nossa militância, tais ondas não existiriam.

Há 19 dias da votação do primeiro turno das eleições municipais, as movimentações das campanhas dos candidatos do PT a prefeito são positivas e indicam que as metas definidas pelo partido serão alcançadas. Diante de tal situação, reitero que todo cuidado é pouco, pois a velha mídia em complô com a direita trabalha, dia e noite, para montar tramas e desenvolver enredos com notícias meramente fantasiosas e recheadas de calúnias. Vide o apelidado mensalão que a justiça chama de Ação 470 e eu chamo de tentativa de golpe político com o intuito de nos derrotar no resultado do processo eleitoral.

Sei que a militância está mobilizada, mas precisa se mobilizar ainda mais e aumentar a posição de alerta na batalha eleitoral. Quem enfrentou e derrubou uma ditadura, possui todas as credenciais da luta política e social para enfrentar as maquinações dos adversários, para vencer as eleições e fazer o país avançar na luta por melhores condições de vida e trabalho para o nosso povo.

Se o caminho se faz ao caminhar, companheiras e companheiros, vamos andar de praça em praça, de rua em rua, de casa em casa apresentando nossos candidatos, os quais possuem ideias inovadoras e dispõem dos melhores apoios para implantá-las em nossas cidades, em nossos municípios.

LUTAR E RESISTIR É PRECISO.

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