Foi só Lula liderar novamente todos os cenários de disputa eleitoral à presidência da República, conforme demonstrou a pesquisa CNT/MDA, que a Justiça Federal no mesmo dia da divulgação dos números, tornou o ex-presidente réu em mais um processo. Desta vez por prorrogar uma lei, elaborada na época de Fernando Henrique Cardoso e aprovada no Congresso Nacional, que estendia prazos de incentivos fiscais para montadores de veículos produzirem no Nordeste, Norte, Centro Oeste, e que foi responsável pela geração de milhares de empregos nestas regiões.

Uma medida que trouxe enormes benefícios para regiões que tradicionalmente não dispunham da cadeia produtiva automotiva, responsável por gerar empregos em massa e com salários acima de outras atividades industriais, como acontece na região do ABC, São José dos Campos, Resende e Minas Gerais. Ou seja, o ex-presidente é perseguido politicamente até mesmo quando tomou iniciativas importantes para a economia do país.

Foram os americanos que criaram essa tática de guerra moderna chamada “lawfare”, com o objetivo de derrotar o inimigo: abre-se uma série de denúncias judiciais com ampla repercussão nos meios de comunicação, com vistas a colocá-lo na defensiva o tempo inteiro, minando sua capacidade de resistência e prejudicando sua imagem pública. É o que tentam fazer com Lula. E quanto mais sua imagem e força resistem, mais ataques ele sofre por parte do sistema de Justiça e dos grandes meios de comunicação, principalmente Globo e Veja.

É inaceitável que a Justiça e o Ministério Público Federal componham uma força única e exclusiva para caçar Lula e tirá-lo da vida política. Beira à insanidade o que estão fazendo e já está custando muito caro à democracia, a economia, e atiça a volta dos militares e das forças fascistas. O Brasil já passou por esse tipo de ditadura que aprofundou a desigualdade, a miséria e a corrupção. E só deixou como herança um caminho de violência, dívidas, morte e censura. Basta!

Só Lula não basta. Tem que colocar o Brasil de joelhos!
É o povo quem deve decidir sobre as saídas para a crise e não os militares e juízes
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