Me deparei agora há pouco, ao entrar na Internet, com a trágica notícia do assassinato em massa de 50 pessoas em Orlando nos EUA, em uma boate frequentada por pessoas do segmento LGBT por um homem que, segundo seus familiares, tinha ódios dos gays e estava armado de rifle e uma bomba.

Que tragédia! Que tristeza! É hora de manifestar solidariedade aos familiares e amigos. Mas é hora também de refletir sobre o tipo de educação que oferecemos aos nossos filhos e aos nossos estudantes: a que faz vista grossa e com isso incentiva o preconceito para com os diferentes – e que pode levar a tragédias como essa de hoje e as tragédias diárias de que temos notícias em nosso País, de assassinatos de gays, mendigos, índios, mulheres – ou a que incentiva a tolerância e uma cultura de paz?

Esse debate é oportuno aqui em nosso País, neste momento em que idéias homofóbicas, machistas, intolerantes e anti-democráticas ganham espaços nos parlamentos e em manifestações públicas e muitas pessoas, nas redes sociais, passam a aderir a elas atrás de seus pseudo-líderes como Bolsonaro, Malafaia e Feliciano. Num momento em que ganha espaço ideias que visam bloquear ou constranger propostas de um currículo escolar que visa à tolerância e a democracia.

É preciso que nossas instituições coloquem limites fortes à esses propagadores da violência. E, nos EUA, que aquela sociedade reflita sobre a cultura do incentivo e das facilidades ao armamento individual, o que só tem produzido tragédias como as matanças em escolas, cinemas e, agora, numa boate.

Toda solidariedade à comunidade LGBT!

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